quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

4 BOATES SÃO INTERDITADAS EM FORTALEZA

Quatro casas de show foram interditadas pelo Corpo de Bombeiros Militar do Ceará (CBMCE) após vistorias de prevenção de incêndios realizadas esta semana. As casas de show Kukukaya e Terraço e as boates L4 Up Club e Meet Music & Lounge, todas em Fortaleza, receberam interdições documentais que impedem seus funcionamentos. Os espaços foram proibidos de abrir por não terem um Plano de Prevenção Contra Incêndios (PPCI), obrigatório para locais com circulação de público superiores a 750 m² ou mais de dois pavimentos.


“Enquanto não cumprirem as normas de funcionamento, os espaços ficarão fechados. É de interesse dos donos dos estabelecimentos adiantarem a regularização”, informa o major Nivan Girão, chefe da equipe da Coordenadoria de Atividades Técnicas (CAT), do CBMCE. O CAT deve enviar hoje relatórios ao Ministério Público Estadual (MPE) e à Prefeitura, para que os órgãos fiscalizem e façam serem cumpridas as interdições.

Até a noite de ontem, a CAT realizou vistorias em 20 casas de show da Capital. Em 70% delas (14 espaços), foram identificadas condições irregulares de precauções contra incêndio – incluindo as quatro interditadas. “Na maioria, havia o Plano de Prevenção (Contra Incêndios). No entanto, em algumas delas, o plano estava desatualizado por reformas ou mudanças nas casas de shows. Em outras, os equipamentos tinham desgastes ou os extintores (estavam) fora do prazo de validade”, informa o coronel Leandro Nogueira, do CBMCE. Quando realizam qualquer reforma, diz o coronel, é necessária uma nova aprovação do CBMCE.

Entre as condições incorretas encontradas pelo Corpo de Bombeiros, também estavam a falta de sinalização e iluminação das rotas de fugas e obstrução das saídas de emergência. O Corpo de Bombeiros não especificou as irregularidades de cada estabelecimento visitado.

Somente os que estavam sem o PPCI foram interditados. As casas de show que apresentaram irregularidades, mas possuíam o plano, foram notificadas e têm um prazo de 72 horas para atenderem as exigências. Caso contrário, também podem ser fechadas. “Com certeza, a tragédia nacional ajuda a intensificar os trabalhos de prevenção, mas as vistorias não são novidades. Diariamente, são realizadas”, garante o major Nivan.

O CBMCE esclarece que, apesar de a interdição documental ter efeito legal, o órgão não pode multar ou fechar os estabelecimentos. Cabe à Prefeitura tomar as medidas necessárias para ser cumprida a determinação do Corpo de Bombeiros e ao Ministério Público fiscalizar o cumprimento da ordem legal. “De qualquer forma, os estabelecimentos não podem abrir depois de receber a interdição documental”, diz o coronel. As vistorias do Corpo de Bombeiros continuam hoje.

A assessoria de imprensa da Meet informou que a boate está trabalhando para que sejam seguidas as exigências e que já iniciou a reforma para atender os requisitos de segurança. Ainda não existe um prazo para que a casa reabra. O gerente do Kukukaya Felipe Augusto negou a informação de interdição. Disse que a visita dos Bombeiros não interditou a casa, que está funcionando normalmente. O responsável pela boate L4 atendeu o telefone e pediu que a reportagem retornasse em 15 minutos, mas não atendeu as ligações. No Terraço, as ligações não foram atendidas.
Com informações O Povo

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

PÔSTER OFICIAL DA COPA É REVELADO

Foi desvendado nesta manhã, em evento no Rio de Janeiro, o pôster oficial da Copa do Mundo de 2014. A imagem mostra o mapa do Brasil formado no meio de dois jogadores disputando uma bola, que, por sua vez, são feitos com pequenas imagens de elementos característicos do país, como pessoas, animais e plantas.

No evento, também foram anunciados os seis embaixadores da Copa no Brasil, representando os cinco títulos do Brasil em Copas do Mundo e o futebol feminino: Marta, Ronaldo (2002), Bebeto (1994), Carlos Alberto Torres (1970), Amarildo (1962) e Zagallo (1958).
Fonte:D Pernambuco

BANDA LOS BORRACHOS ESCLARECE INCIDENTE OCORRIDO NA CIDADE DE ARAPIRACA


Através do seu Facebook, a banda alagoana Los Borrachos Enamorados, esclareceu, via nota oficial, o incidente ocorrido durante um show na cidade de Arapiraca. A banda vem sendo acusada de ter tido um comportamento homofóbico durante um show ocorrido naquela cidade.
Na nota, o produtor da banda, Beto Brito afirma que durante o show aconteceu uma briga entre alguns participantes. Na ocasião, foi pedido uma vaia para as pessoas que estavam brigando e que, logo em seguida, a banda parou o show para evitar mais violência e agressões. “Em nenhum momento houve referência a sexualidade ou a homossexualidade dos que ali estavam presentes”, afirma o produtor.
Ainda segundo a nota, Beto Brito informa que a banda é contra a qualquer tipo de violência e que adere a luta contra a homofobia no Estado. Ele relembra que a banda sempre foi recebida com carinho e respeito pelo publico LGBT. 
Confira a nota da banda na íntegra:
BANDA LOS BORRACHOS ADERE A LUTA CONTRA HOMOFOBIA EM ALAGOAS!
Após os fatos especulados nas redes sociais sobre uma suposta situação de comportamento homofóbico de integrantes da Banda Los Borrachos Enamorados o produtor Beto Brito, em nome da banda, esclareceu por telefone que o fato ocorrido em Arapiraca foi um pedido de "VAIAS PARA PESSOAS QUE ESTIVESSEM BRIGA...NDO NO BLOCO!" e que no momento do ocorrido parou o show para evitar violência e agressões entre os participantes. De acordo com o produtor e testemunhas em nenhum momento houve referência a sexualidade ou a homossexualidade dos que ali estavam presentes.
A banda aproveita o momento para informar a sociedade alagoana que é contra a qualquer tipo de violência e que adere a luta contra a homofobia no Estado, relembra que sempre foi recebida com carinho e respeito pelo publico LGBT na Boate Havana Dance e no Ponto G em Recife, em contato com a Consultoria Técnica da Parada do Orgulho LGBT de Maceió informou que se fará participação como atração gratuita pedindo o fim da HOMOFOBIA!
Fonte:Aqui Acontece

FÓRUM DE ONGS/AIDS DE SP CONTINUA COBRANDO EXIBIÇÃO DA CAMPANHA DE CARNAVAL "CENSURADA"

O Fórum de ONGs/Aids de São Paulo (FOAESP) continua cobrando do Ministério da Saúde e de outras instâncias do Governo Federal a exibição da campanha produzida em 2012, direcionada a jovens gays e que não foi divulgada em veículos de comunicação voltados para a população em geral.

“Nossa ideia é formar uma corrente para que não seja esquecida a censura imposta pelo Ministério da Saúde e pelo Departamento Nacional de Aids e que o tema retorne à pauta de discussão,“ afirma o presidente do Fórum, Rodrigo Pinheiro. Segundo o ativista, “enquanto as campanhas são censuradas pelo próprio governo, pesquisas divulgadas apontam a alta prevalência da infecção pelo HIV entre os gays, principalmente os mais jovens. Este é o resultado de uma política de combate à aids marcada pelo atraso e pela covardia”, afirma Pinheiro.

Um ano depois, os ativistas estão novamente apelando ao Ministro da Saúde, Alexandre Padilha e à Presidente da República, Dilma Roussef, para que derrubem o veto ao vídeo e autorize sua veiculação em canais de comunicação de massa, como parte da estratégia do carnaval de 2013. 

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

ESTIGMATIZAÇÃO DIFICULTA ACESSO À SAÚDE PARA MULHERES TRANS, APONTA ESTUDO DA USP

Pesquisa do Instituto de Psicologia da USP demonstra que o despreparo e, principalmente, o preconceito ainda impedem que mulheres trans sejam plenamente atendidas nos serviços públicos de saúde. De acordo com o estudo, a postura inadequada de alguns profissionais de saúde em relação as mulheres trans durante diferentes fases do atendimento médico, desde a entrada nos serviços até a própria continuidade do tratamento, pode significar um entrave ao amplo acesso à saúde integral e gratuita, garantida em lei para todos os brasileiros desde a Constituição de 1988.

A psicóloga Grazielle Tagliamento procurou mapear como mulheres trans eram recebidas e atendidas no SUS. Para isso, entrevistou sete dessas mulheres, de faixas etárias e níveis de escolaridades distintos, todas moradoras do município de Curitiba, no Paraná. Os dados estão na tese de doutorado (IN)Visibilidades caleidoscópicas: a perspectiva das mulheres trans sobre o seu acesso à saúde integral, orientada pela professora doutora Vera Silva Faciolla Paiva.

O conceito de “mulheres trans” é abrangente e não se restringe somente a mulheres que transitaram de um sexo para o outro. O termo se refere tanto a transexuais, como também a travestis: “Elas são homens, no sentido anatômico-fisiológico, que possuem atributos femininos e modificam seus corpos conforme essa identificação. Usam maquiagem e vestimentas femininas, realizam implantes, aplicam hormônios e se submetem a intervenções cirúrgicas, podendo ou não fazer a cirurgia de transgenitalização [mudança de sexo], além de utilizarem um nome social e, às vezes, civil, feminino”, explica a psicóloga.

Por meio dos relatos foi possível concluir que as mulheres trans não têm acesso aos serviços públicos de saúde de modo integral, e que este apenas ocorre quando se encontram com doenças em estágios avançados ou situações de emergência, ou seja, quando não há mais escolha. A resistência para conseguir o atendimento já começava logo no momento de chegada aos serviços de saúde: “Na recepção, quando eram solicitados os documentos do paciente, o nome que constava no RG era de uma pessoa do gênero masculino. As mulheres trans solicitavam então que fosse incluído no cadastro o seu nome social, mas a solicitação comumente não era atendida”, diz a psicóloga. E continua: “Muitas, ao se depararem com esta situação, brigavam, exigiam seus direitos e, diante da não inclusão de seu nome social, iam embora sem receber o atendimento.”

Outra questão muito recorrente, segundo Grazielle, é a associação direta entre as mulheres trans e determinados tratamentos médicos específicos. Segundo depoimentos, frequentemente os profissionais restringiam a saúde dessas mulheres a tratamentos hormonais, cirurgia de transgenitalização e combate a doenças sexualmente transmissíveis, não levando em consideração sua saúde de modo integral: “Ela não é vista como um ser humano global, com especificidades sim, mas com aspectos comuns a todas as pessoas. Pode ocorrer de uma mulher trans chegar com uma dor de barriga em uma Unidade Básica de Saúde [UBS], e o médico já achar que seu problema está relacionado ao seu suposto transtorno de identidade e que deve ser tratada por um psiquiatra. Ele não a examina para diagnosticar e tratar sua dor de barriga”, exemplifica a psicóloga.

Sinergia social
No primeiro momento de sua pesquisa, Grazielle tentou realizar entrevistas também com profissionais de saúde nas próprias UBS, mas foi impedida pela Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba, primeiro sintoma, para ela, da falta de preparo público para lidar com o tema: “O silêncio gerado pode demonstrar o não desejo, ou pelo menos a dificuldade de se discutir questões de ordem política e de ações em saúde para a população estudada”. Com a negativa da Secretaria de Saúde, a psicóloga fez as entrevistas na sede do Transgrupo Marcela Prado, uma ONG de Curitiba que realiza ações de ampla assistência para as mulheres trans.

Grazielle acredita que, para avançarmos politicamente na discussão sobre a garantia de direitos previstos em lei para todos os cidadãos, inclusive para as mulheres trans, é necessário contestar o conceito de “heteronormatividade”: “Precisamos combater as formas de violação de direitos humanos das mulheres trans, que derivam da ameaça que as mesmas representam para aqueles que encarnam a defesa das normas e estruturas, a heterossexualidade como sendo o normal, e o que foge desse padrão algo aversivo, que deva ser marginalizado. É preciso investir em direitos positivos, que concebem o respeito à liberdade da diversidade sexual e da autoexpressão como elementos fundamentais para a pessoa humana.”

A solução para a questão, entretanto, não é investir unilateralmente neste ou naquele direito mas, no ponto de vista de Grazielle, na união da sociedade como um todo: “É preciso que haja uma sinergia de forças das mais diferentes áreas e setores da sociedade, como educação, saúde, movimentos sociais, religião, entre outros, para que, além da proteção legal dos direitos das mulheres trans, haja também uma mudança cultural e social em direção ao acesso destas à saúde integral.”


Fonte: Agência USP de Notícias

EMPRESAS PODEM FECHAR COM DISCRIMINAÇÃO A TRAVESTIS E TRANS, SEGUNDO CAMPANHA


Travestis e transexuais podem processar empresas ou pessoas que os tenham deixado em situação constrangedora ou humilhante, em atos que configurem preconceito ou discriminação. Quem discrimina desrespeita o direito de igualdade previsto na Constituição Brasileira.
E se a atitude ocorrer por parte de uma empresa no Estado de São Paulo, a companhia fica sujeita a processo administrativo, a pagar multa e pode até ter as atividades encerradas por força da Lei Estadual 10.948, segundo esclareceu, Vanessa Vieira, coordenadora do Núcleo de Combate à Discriminação da Defensoria Pública do Estado de São Paulo.
Ao lado de outros profissionais, ela fez parte de grupo de atendimento à população em uma unidade móvel da Defensoria Pública do Estado de São Paulo, na Praça da República, centro da capital paulista.
“Queremos conscientizar a população sobre os mecanismos de combate à homofobia e à transfobia”, disse ela. A defensora lembrou situações em que estes cidadãos são chamados pelos nomes que constam no registro de nascimento, o que pode lhes trazer constrangimentos no caso, por exemplo, de serem chamados com nomes masculinos quando a aparência é feminina ou vice-versa.
A Praça da República foi escolhida para a campanha de esclarecimento por ter grande circulação de pessoas, em especial, no domingo, quando ocorre a tradicional feira de artesanato. O movimento faz parte das atividades preparatórias ao dia dedicado à visibilidade dos travestis e transexuais (29).
Para isso, foram distribuídos preservativos e folhetos explicativos chamando a atenção do público sobre a principal causa de violência física, moral ou simbólica contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.
“Nossa expectativa é fazer cada vez mais valer o nosso artigo 5º da Constituição, que diz que todos são iguais perante a lei, e, então, buscar essa igualdade na luta contra o preconceito e a discriminação e valorizar a individualidade de cada cidadão”, defendeu o presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, Fernando Quaresma.
Ele acredita que, apesar de ainda existir muito preconceito contra gays, há avanços na luta contra esse sentimento homofóbico. Para Quaresma, assim como as mulheres foram, gradativamente, ganhando o seu direito de voto nas eleições, de não mais precisar ser sustentadas pelo marido e de ter conquistado a defesa contra a violência doméstica, por meio da Lei Maria da Penha, esses grupos sociais também irão alcançar maior respeito.
Na Secretaria de Justiça e de Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo foram instaurados 44 casos de discriminação ao longo do ano passado, número inferior a 2011 (63) e um pouco acima de 2010 (33). Atualmente, estão em andamento 120 processos.
Apresentando-se como transsexual, Athenas Joy dava apoio à campanha na distribuição de preservativos. “Precisamos que a sociedade nos respeite mais, nos abra as portas do trabalho, porque vivemos em uma sociedade mais moderna. Creio que o mundo está com outra cabeça e esperamos que nos aceitem mais”, justificou.
Fonte:Agencia Brasil

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

CONHEÇA O GAYCIONÁRIO BRASILEIRO

O mundo gay tem sua linguagem própria repleta de gírias e elas foram parar nas redes sociais por meio de uma página no Facebook e uma conta no Twitter. A mais nova divulgadora do bom e velho pajubá é Aurélia, um trocadilho com o nome de um dos mais famosos dicionários “sérios”. Em breve, Aurélia vai ganhar aplicativo para plataforma iOS.

A criadora do Aurélia é a mineira Izabela Santos, publicitária pós-graduada em Mídias Digitais. Ela faz nas redes sociais a apropriação do linguajar incomparável do mundo gay, traduzindo as expressões utilizadas em todo o Brasil. A inspiração veio do livro do jornalista Victor Ângelo, o ‘Aurélia: A Dicionária da Língua Afiada’, e em blogs com conteúdo complementar.

No Twitter o objetivo é claro: divulgar os significados, inclusive os pejorativos (sinalizando-os como tal). Já no Facebook, a arte e o humor ganham forma com imagens chamativas e texto simples. “O convívio com o meio homossexual e a necessidade de entender os diálogos me fizeram perceber um potencial na linguagem única e excêntrica, que pode ser replicadas por outros grupos”, explica Izabela.

www.facebook.com/gaycionario
www.twiiter.com/gaycionário
Fonte:Mix Brasil

MULTIDÃO SAI AS RUAS DA FRANÇA PELO CASAMENTO IGUALITÁRIO

Milhares de partidários do " casamento para todos" saíram às ruas de Paris neste domingo (27), dois dias antes da Assembleia Legislativa começar a debater um projeto de lei governamental legalizando o casamento entre pessoas do mesmo sexo e a adoção de crianças por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.

"Anunciaram uma chuva para esta tarde, mas até o sol está conosco", disse uma jovem, Chloé, de 28 anos, que participava da manifestação envolvida em uma bandeira com as cores do arco-íris. "Eu não sou gay, mas minhas melhores amigas são, e quero demonstrar minha solidariedade", afirmou.
No protesto, que começou na Praça Denfert Rochereau, ao sul da capital, e que se dirige à cêntrica Praça da Bastilha, os manifestantes agitavam cartazes onde se lia "Eu milito pelos direitos de todos", "Pela igualdade agora" e "Mais vale um casamento gay que um triste".

"Eu não ia vir, mas ao ver a manifestação de duas semanas atrás e ouvir tantos comentários horríveis, cheios de preconceito, e até de ódio, senti que tinha que estar hoje aqui", disse um jovem que se apresentou apenas como Joss.

O protesto deste domingo certamente será comparado à grande mobilização dos opositores ao casamento entre pessoas do mesmo sexo, que foi apoiada pelo principal partido da oposição de direita, a União por um Movimento Popular (UMP), pela Igreja Católica e pela comunidade muçulmana na França, que chega a 5 milhões de pessoas.

Os partidários do casamento e da adoção para todos tentaram esclarecer que o objetivo da manifestação deste domingo, realizada sob o slogan "igualdade para todos", não é superar os números da mobilização dos opositores ao projeto, que reuniu 800 mil pessoas, segundo os organizadores, e 340 mil, de acordo com a polícia.

O que buscam, segundo os organizadores da marcha, é superar os números da manifestação em apoio ao projeto que ocorreu em meados de dezembro, e que reuniu cerca de 80 mil pessoas.

O governo do presidente socialista francês, François Hollande, também saiu na frente de qualquer polêmica sobre os números, indicando que o projeto do casamento entre pessoas do mesmo sexo e da adoção por LGBTs será decidido na Assembleia Nacional, e não nas ruas da França.

PREFEITURA DE FORTALEZA FAZ REUNIÃO PARA AUMENTAR FISCALIZAÇÃO DE BOATES

Reunião nesta segunda-feira entre a Secretaria de Urbanismo e Meio Ambiente de Fortaleza (Seuma) com todas as secretarias executivas regionais da cidade e o Corpo de Bombeiros irá traçar a estratégia de fiscalização em boates e casas de show das Capital. O encontro ocorre um dia após a tragédia que matou 231 pessoas na boate Kiss, em Santa Maria, Rio Grande do Sul.


De acordo com a secretaria Águeda Muniz, a tragédia de Santa Maria impõe urgência ao  processo de fiscalização para garantir mais segurança, com exigencia de que esses estabelecimentos cumpram normas e procedimentos.
A reunião será às 15 horas, na sede da Seuma (Avenida Paulino Rocha, 1343 - Cajazeiras).
Fonte: O Povo

ASSALTO TERMINA EM INCÊNDIO A ÔNIBUS NA AVENIDA SARGENTO HERMÍNIO


Um ônibus da empresa Santa Maria foi incediado por três homens após a realização de um assalto quando o transporte coletivo estava na avenida Sargento Hermínio, próximo aoPolo de Lazer do bairro Monte Castelo.
Os assaltantes atearam no ônibus fogo com um galão gasolina. FOTO: Gustavo Sampaio.
Duas viaturas do Corpo dos Bombeiros foram acionadas para conter as chamas e pelo menos 7 viaturas do Ronda do Quarteirão foram mobilizadas para fazer o isolamento da área. A avenida Sargento Hermínio foi totalmente bloqueada nos dois sentidos.

Bastante abalado e com a mão na cabeça, em consequência de uma agressão dos suspeitos, o motorista do coletivo não quis relatar com clareza o acontecimento. Mas falou como foi o crime. "Vieram e me roubaram. Levaram todos os meus documentos. Pediram para todo mundo sair do ônibus e atearam fogo com um galão de gasolina. Atiraram em mim e eu não pude mais olhar para o rosto dos suspeitos", contou.
Fonte:DN