sábado, 4 de fevereiro de 2012

SOLDADO DO RONDA QUE MATOU PROFESSOR DIZ QUE ENTROU NO MOTEL SÓ PARA BEBER E USAR O BANHEIRO...

"Ele jura que entrou com um gay no motel somente pra beber e usar o banheiro.."

Foto: TV Verdes Mares/Reprodução
O policial suspeito de matar um professor de inglês na última sexta-feira (27), em um motel no Bairro Genibaú, periferia de Fortaleza, disse em depoimento que o tiro foi acidental, segundo informações da Divisão de Homicídios. No depoimento, o policial de 24 anos negou ser homossexual, mas confirmou que conhecia a vítima.
De acordo com o delegado Franco Pinheiro, o policial disse ter ido ao motel para usar o banheiro e consumir bebida alcoólica com o amigo. Mas teria sido atacado pela vítima e, ao tentar se desvencilhar, a arma disparou. “Ele [suspeito] afirma que o tiro foi acidental”, conta o delegado. Após a morte do professor, o suspeito fugiu deixando várias pistas no motel.
O policial está preso no 5º Batalhão da Polícia Militar, no Centro de Fortaleza. A partir de agora a polícia tem 30 dias para entregar o inquérito à Justiça. Se condenado, o suspeito pode pegar de 12 a 30 anos de prisão.
O professor foi encontrado morto com um tiro na nuca cerca de 19 horas após a morte, de acordo com a Polícia Civil. Segundo a mãe da vítima, Francisca Maia, de 67 anos, antes da família saber da morte do filho, o policial suspeito pegou uma moto que estava na garagem.
Familiares e amigos do professor relatam que ele foi visto pela última vez em um bar no Bairro Conjunto Ceará por volta das 4h30 da manhã da sexta-feira. Cinquenta minutos depois, a vítima entrou em um motel na Bairro Genibaú. Segundo a recepcionista, ele estava acompanhado de um homem que não foi visto saindo do local. Às 21h da sexta-feira, o corpo foi encontrado.
Fonte: DN

SUL-AFRICANOS CONDENADOS A 18 ANOS POR MORTE DE LÉSBICA


Quatro sul-africanos foram condenados a 18 anos de prisão pelo assassinato de uma lésbica de 19 anos.
O crime aconteceu em 2006, quando Zoliswa Nkonyana foi apedrejada e esfaqueada até a morte na Cidade de Cabo, na África do Sul.
O juiz Raadiyah Wathen, ao proferir a sentença, afirmou que a longa pena é um alerta de que violência baseada em discriminação por orientação sexual não será tolerada no país.
O tribunal entendeu que os homens assassinaram a jovem porque ela vivia abertamente como homossexual. A sentença foi comemorada por ativistas do lado de fora do tribunal.
 Fonte: BBC Brasil